Está
em andamento, nesta quinta-feira (21), a Assembleia Geral da ONUVital, que
pretende estabelecer debates diplomáticos entre os países, a fim de discutir
assuntos de interesse mundial, defendendo os Direitos Humanos como estratégia e
política efetiva na temática do terrorismo. A delegação da Nigéria, que possui,
em seu país, grupos militantes jihadistas - como o Boko Haram, o qual pretende
extirpar a democracia na Nigéria e promover a educação restrita a escolas
islâmicas -, afirmou que apoia intervenções do Conselho de Segurança em todo o
território.
Ademais,
ratifica a ideia de colaborar a fim encontrar soluções viáveis para esses
problemas advindos dessas práticas radicais, apresentando seu respectivo
Documento de Posição Oficial. Outras nações também defenderam esse ideal de paz
e amenidade, como o Brasil, que é uma potência diplomática e possui relações
bilaterais viscerais e calorosas com a Nigéria. Vale ressaltar que a nação
possui uma grande rede de relações diplomáticas, tendo grande influência na
África, e pretende continuar com esse tipo de postura na reunião.
Segundo
o representante do país, a "gravidade vai além da Síria". Essa
proposição reafirma, portanto, a relevância do combate ao terrorismo em escala
mundial. Há, também uma "proposta de luta" desse país, que sugere uma
cooperação entre os países em uma atividade de força-tarefa, de modo a
"diminuir drasticamente o poder do Estado Islâmico, declarando guerra ao
terror", como disse o representante do Estado. A discussão segue de
maneira assídua na Assembleia, visto que são evidentes os ataques rebeldes
país, que já somaram milhares de mortos, além dos resquícios deixados pela
guerra.
Escrito por Giovanna Tosetti.
Representantes da Nigéria na ONUVital
Foto tirada por Laura Reis
