Diversos acordos militares foram estabelecidos durantes
as discussões de hoje, dia 22 de setembro, entre os países da Organização das
Nações Unidas. O Documento de Trabalho apresentado, que era o assunto principal
sobre um bombardeio nas regiões do Estado Islâmico para tentar diminuir o
terrorismo e garantir a segurança de civis.
Documento de Trabalho apresentado pela França.
Foto tirada por Estela Caramori.
O Documento foi elaborado pela
França e apoiada pelos Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, Israel, Turquia e
Arábia Saudita. Ele foi aprovado as 16h06min de hoje com nove votos, passando
para as resoluções finais. Durante a sua elaboração, diversas emendas foram
feitas e muitas contradições trocadas. Uma delas foi expressa pela delegação da
Turquia quando anunciou ser claramente contra um ataque militar e, mesmo assim,
concorda com o documento francês. Depois, quando questionados, a delegação
turca alegou que a declaração de “cessar fogo” tinha sido um equivoco.
Outra contradição foi a aparição de
uma China contrária ao bombardeio após ter anteriormente declarado signatário
do documento aprovado. A delegada chinesa Giovanna Travain anunciou que o
terrorismo existe no mundo inteiro e “como eles planejam bombardear o mundo
todo?”. Ambos delegados da Arábia Saudita e da França declararam que essa ação
era para garantir a segurança da nação. Também ressaltaram que “nenhuma guerra
é resolvida pacificamente”. A delegação da China não parece considerar que o
bombardeio seria destinado somente para o Estado Islâmico, e não o mundo todo,
e parece um tanto hipócrita ao declarar que devemos pensar no bem e liberdade
de todas as pessoas que seriam afetadas, sendo que ela apresenta um governo
ditatorial.
Delegação da China.
Foto tirada por Estela Caramori.
Escrito por Isabela Velloso.

