França faz seu depoimento sobre sua posição quanto ao terrorismo no mundo

Aberto o congresso da ONU Vital, as delegações se posicionaram quanto a suas opiniões sobre o problema do terrorismo mundial e a crise da Guerra Civil na Síria. Diversos países citaram a necessidade de uma ação bélica rápida e efetiva sobre o Estado Islâmico referente ao assunto. Ainda assim, outros países, como a Turquia ou China, apontaram que ataques frontais ou fronteiras não ajudariam, mas alegam que o melhor seria investir na população e no governo.
A delegação da França, ao fazer seu discurso de introdução, posicionou-se a favor da liberdade e igualdade para a população.  Os traumas resguardados pela França quanto aos problemas de ataques terroristas em Paris e Nice causam uma necessidade do país se posicionar de forma forte e ativa quanto a esse problema. Dessa forma, ele acusa que a principal causa desse grave problema foi a escassez de informação com relação ao assunto. A delegacia da França, dessa forma, busca uma troca de informações e tecnologia com outras nações da ONU.

Delegada Sofia Birolini dando o discurso de abertura francês.
Foto tirada por Estela Caramori.

Os delegados também se mostraram compassíveis ao citar a necessidade de acordos para a criação de uma estabilidade. Quando questionados sobre tais acordos, no entanto, o delegado Eric Morioka se recusou a dar depoimentos sobre. As únicas informações estabelecidas foram sobre a criação de acordos bélicos com a Rússia e com apoios da Turquia e Alemanha. Com tais relações, é visto que a França aparente mais preocupação com as ações diretas bélicas do que ações para a solução de problemas sociais ou governamentais. Espera-se o resultado para a visão da França sobre tais assuntos.

 Delegação da França recusa dar detalhes sobre futuros acordos.
Foto tirada por Estela Caramori.
Escrito por Isabela Velloso.