Durante toda a assembleia, a delegação israelense se manteve firme com suas convicções. A ideia de que o bombardeamento de instalações terroristas sufocaria a economia de grupos como Estado Islâmico esteve presente por toda a assembleia nos discursos israelenses.
Foto tirada por João Gabriel Alves.
Ao firmar acordos de cooperação militar e de inteligência, a delegação israelense mostrou-se aberta a qualquer acordo que pudesse, eficazmente, acabar com o terrorismo. A delegação mostrou-se empenhada nas negociações do tratado militar entre Israel, Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, França, Turquia e Arábia Saudita. A delegação ficou aberta a propostas vindas de quaisquer nações durante a assembleia.
Durante a assembleia, um contratempo em relação ao Irã ocorreu. Notícias de que o exército iraniano ameaçou invadir Israel junto com o Estado Islâmico causaram tensões entre as duas nações. Após longas discussões, a delegação israelense prevaleceu e sanções foram aplicadas ao Irã.
Apesar de sofrer diversas acusações de diversos países islâmicos que são, historicamente, rivais a seus interesses, como Arábia Saudita e Irã, a delegação de Israel manteve-se firme. As negociações com as nações do tratado de cooperação militar tiveram larga participação do Estado de Israel, que foi extremamente presente na formulação do documento final.
Escrito por Matteo Gallo.