Agradecimentos finais

Sem dúvida, a imprensa mostrou para que veio na ONU Vital 2016. É só ver o Twitter incrivelmente informativo e divertido da Karen Sayuri, a qualidade impecável de todos os textos no blog, os quais eram sempre acompanhados pelas fotos às vezes constrangedoras, mas sempre válidas, dos fotógrafos. Ao fim da reunião, muitos delegados não pouparam elogios ao virem falar comigo sobre a imprensa desse ano.
E eu não me engano em pensar que isso tudo é mérito meu. É de vocês, cara. É essa dedicação que eu vi esse ano na imprensa, essa vontade de fazer dar certo. Eu pedi para vocês trazerem copos nos 45 minutos do segundo tempo e hoje tinha copo até sobrando. Durante o debate não-moderado, eu olhava para as rodinhas de delegados e em todas elas tinha um redator, com um caderninho e um gravador; ninguém sentado.
Acho que falo isso não só por mim, mas pela Laura também. Não importa se você é o melhor escritor do mundo ou se tem muita dificuldade em se expressar, não importa se você tinha uma Canon ou estava tirando foto com o celular. A dedicação e o comprometimento fazem toda a diferença, e foi visível para todo mundo que, sim, a imprensa estava lá por um motivo.
Cara, eu emprestei meu pendrive às 7 da manhã e, no fim do dia, ele estava de volta na minha mão. Isso resume tudo.
Fica aqui meu agradecimento, porque eu acredito que a gente deve reconhecer um bom trabalho quando vê. Também deixo um obrigada especial para a Laura Reis, minha parceira sempre. Nada disso teria acontecido sem você, eternizo aqui meu muito obrigada. Estendo esse cumprimento à srta. Paula Marto, que revisou e formatou um monte de textos, que vinham de tudo que era jeito, inclusive em uns trinta pendrives (que ela não perdeu. Não sei como). Você foi demais.
Para o pessoal do primeiro ano, espero que carreguem esse mérito para o ano que vem. Se algum de vocês se interessar em ser Chefe de Imprensa 2017, pode vir falar comigo que eu recomendo sem ter que pensar duas vezes.
A todos, vocês me deram orgulho de falar que coordenei essa bagunça boa, essa zoeira incrível que foi a imprensa.
Para não acharem que estou mentindo, um delegado me disse coisas bem bonitas sobre a imprensa que acho que vocês merecem ouvir (e eu nem tive que pedir pra ele, vejam só):
"A imprensa foi sensacional, foi uma das melhores partes da ONU. Vocês foram de outro mundo, deveriam ter ganhado um prêmio. Porque, sério, é muito fácil deixar a imprensa meio de lado. Mas não, mano, vocês estavam lá, vocês foram tão protagonistas quanto a gente, e até melhor. A estrutura e a organização estavam impecáveis, tudo tava sensacional, o Twitter... É sério, não tem como poupar elogios".
  - Guilherme Lopes (EUA)

Com amor,
Gabriela Molina, Chefe de Imprensa ONU Vital 2016