Os chineses visam um novo
tratado, ainda seguindo sua ideologia contra os ataques ao Estado Islâmico.
Assim, a nova proposta consiste em juntar forças inteligentes para buscar
informações sobre as organizações terroristas e, então, combatê-las. Como o
delegado Arthur Ono explica ''A gente
quer buscar informações para depois saber onde atacar e como atacar''
A China ainda conta com Brasil, Colômbia,
Irã, Nigéria, Venezuela e Alemanha em seu tratado, esperando que, juntos,
consigam ''Uma troca de inteligência para
descobrir como o Estado Islâmico se organiza'', como aponta a delegada
Jessica Martins. Porém, ainda é esperada a posição do Reino Unido, para
concretizar o tratado.
O delegado chinês Guilherme
Celeste ainda ressalta um ponto importante: ''Algumas
nações têm falado sobre a intervenção militar ser a única medida a ser tomada. Mas
nós acreditamos que é possível uma solução pacífica, é possível acabarmos com a
guerra um dia, isso seria um grande passo.''. Dessa forma, a China tenta
achar uma medida racional e diplomática, mostrando responsabilidade por parte
dela.
Foto tirada por Juliana Tamada.
Infelizmente, nem todas as
delegações possuem uma visão humanista, ''Bombardear
é [a forma] mais fácil de resolver'' como
foi dito por uma delegada da França para a delegação chinesa. Mesmo com os
atentados passados sofridos pela França, é importante ressaltar que a vingança
nem sempre é a melhor opção, e é preciso que haja certa maturidade para deixar
rivalidades de lado e agir de forma racional, visando o bem comum.
Escrito por Mei Tamada.
