Podemos
dizer que tudo começou com um simples acordo sobre ações militares. Hoje, dia
22 de setembro, durante a parte da manhã do congresso da Organização das Nações
Unidas (ONU), as delegações da França, Estados Unidos e Rússia estavam
discutindo sobre possíveis ações bélicas para atuar contra o terrorismo. Dessa
forma, a França considerou a ideia de abordar o Brasil para ajudar no assunto.
O Brasil possui um dos fatores mais importantes na área
de forças aéreas no mundo, que são a produção de aviões militares chamados
“Super Tucanos”. No plano militar da França, a presença de um armamento de tal
poder militar seria imprescindível. No entanto, a negação dos delegados
franceses de incluir o Brasil como uma parte mais “presente” nos futuros
acordos causou intrigas. A delegação brasileira não admitiu que a França
quisesse somente os seus “aviõezinhos” e nada mais. Ambos os lados se mostraram
altamente exaltados, enviando ofensas verbais um para o outro.
Delegações se exaltam
em discussões militares.
Foto tirada por
Estela Caramori.
Tal discussão criou uma forma de “insistência” do Brasil
de negar qualquer assunto que fosse dito desde que o autor se chamasse França.
Mesmo que as ações fossem com boas resoluções (e muitas vezes eram) a delegação
brasileira negaria com avidez. Tal conflito se desenrolou pelos debates e
documentos elaborados, até que, em um momento, o delegado da França, Domenico
Barzotto, fez uma pergunta direta para o Brasil falando: “porque a insistência
com os assuntos da delegação francesa?”. Brasil respondeu prontamente que não
foi sua intenção atingir os delegados em momento algum, mesmo que tivessem
feito discursos injustificados e com falta de cordialidade sobre “o que é a
França quer” anteriormente.
Após tal depoimento do delegado francês, a delegação do
Brasil quis se mostrar em um tratado de “paz” com a França e fez um pedido de
postagem de uma imagem de um coração destinado para o país. Assim, essa
história de amor teve, supostamente, seu “final feliz”.
Declaração de
paz do Brasil.
Foto tirada por
Estela Caramori.
Escrito
por Isabela Velloso.

