Israel nega acordos e negociações com Irã


Delegado de Israel.
Foto tirada por Beatriz Sampaio.

Decorrente de uma informação equivocada proferida pelos Estados Unidos,  iniciou-se um debate moderado entre Israel e Irã. Tal informação pronunciava que o “Irã havia afirmado que,  se quisesse,  poderia atacar Israel, existindo, então, uma aliança entre o Estado Islâmico e o Irã contra o Estado israelense”.
Israel alega o financiamento do terrorismo pelo Irã (de dois grupos não citados) que visam à destruição de seu país. Já os EUA propõem um cessar fogo, visando um objetivo comum: acabar com o Estado Islâmico.
Durante o debate não moderado, a delegação iraniana defendeu o acontecimento como um retrocesso no debate, já que o foco, que seria o combate ao terrorismo, estaria sendo ofuscado pelos acontecimentos históricos dos dois países.
Como terceira visão, a Arábia Saudita enxerga total legitimidade em tal embate entre esses dois países, além de esperar que este não atrapalhe a discussão a cerca dos ataques rebeldes, que “nenhum grupo apoie o terrorismo” e que todo esse processo não dificulte o tema central abordado na reunião. Embora suas divergências religiosas, sendo Irã xiita e a Arábia Saudita sunita, eles estimam uma resolução pacífica entre as discussões entre as duas nações.
Por outro lado, a delegação de Israel manteve a posição contrária a qualquer tipo de relação ou acordo diplomático com o Irã, reforçando que não ocorrerá nenhum tipo de negociação entre eles. Eles apontaram a necessidade de tomar medidas preventivas com outras nações aliadas para tentar barrar possíveis ataques ao seu país.

Como contraposição, o Irã manteve seu argumento de focar no real tema debatido e manter paz, evidenciando sua neutralidade no atual contexto.

Escrito por Vitória Sanches.