O fim de uma crise ou prorrogação desta?

           Durante os debates no decorrer no dia, as delegações das Organizações das Nações Unidas (ONU) estão focando em ações econômicas para a resolução do problema dos refugiados sírios e do poder crescente do Estado Islâmico no mundo. Para combater tais problemas, a França tomou algumas medidas e acordos, tentando obter uma forma de igualdade e paz mundial.
            A delegação da França se mostrou atuante nos problemas da crise da Síria após um tempo de debate no congresso. Desse modo, o país começou a discutir relações com nações como Alemanha, Rússia, Brasil, Inglaterra e Estados Unidos da América.


Delegação da França negocia com outros. Foto tirada por Estela Caramori.
            
A França foi extremamente abordada por esses países da ONU e estão todos trabalhando em conjunto para uma ação econômica. O país de relações mais eminentes no tratado foi a Rússia, à qual a França se demonstrava preocupada em receber apoios fortes. Seguindo esses pontos, se atribuiu uma tentativa de enfraquecer o Estado Islâmico por meio do desvio de venda do Petróleo, o qual é uma das bases de sua economia. Desse modo, a França declara que deseja criar um bloqueio na compra de petróleo islâmico e focar na compra deste na Rússia. Assim, a delegação francesa consegue fortalecer tal comércio enfraquecido na Rússia.
            Os delegados também demonstraram preocupação quanto ao problema intenso de refugiados. A França declarou que, por conter o poder de controlar os focos de destinos para a realocação de pessoas em procura de refúgios, poderia ajudar em acordos cujo objetivo seria redestinar os refugiados que estão sendo mandados para países sem condições de recebê-los.  Assim, os acordos estabelecidos seriam referentes à Turquia receber mais refugiados em seu território e países como o Brasil disponibilizarem mais territórios para também tal tarefa. O delegado da Turquia, Thiago Fernandes, tinha declarado sua posição de ajudar no assunto, desde que recebessem verbas para ajudar nisso.
            Os delegados Domenico Barzotto, da França, e Rafael Tsukamoto, da Rússia, declararam a importância de uma ação direta na economia dos países em crise para evitar a crise de refugiados. Enquanto esses procedimentos são realizados, os refugiados atuais vão ser realocados para países de melhores condições da União Europeia (UE), somando-se com o Brasil e a Inglaterra.


Rússia negocia com França. Foto tirada por Estela Caramori.
             
Todas essas cláusulas foram abordadas resumidas no Documento de Trabalho Econômico apresentado pela Alemanha. Essa foi aprovada às 11h30min do dia 22 de setembro, com 12 votos, passando, assim, para a resolução final.

            Apesar das delegações terem sido criticadas pela mesa quanto à eficiência de suas propostas, os países estão se esforçando para novas resoluções. 


Mesa critica delegados sobre inutilidade dos assuntos. Foto tirada por Estela Caramori.


Escrito por: Isabela Velloso