Durante o evento, muitas
delegações não estavam discutindo sobre a resolução do problema Conflitos na
Síria e Terrorismo, mas sim sobre questões particulares de países como os
Estados Unidos, Rússia e China. Dessa forma, o delegado dos Estados Unidos,
Guilherme Lopes, sugeriu um debate não moderado, aceito pela maioria dos
países, a fim de recorrer a alianças e realizar acordos para que a questão do
debate pudesse ser resolvida.
Ao longo da conversa, os Estados
Unidos propôs um acordo que beneficiaria países latino-americanos, como a
Venezuela, além da China e Rússia. A aliança consistia em atacar a parte
financeira do Estado Islâmico (baseada no petróleo) sem prejudicar os países
que fazem parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP).
Além desse trato, a Nigéria pediu
ajuda aos Estados Unidos com o propósito de focar na África, pois o continente
também apresenta problemas de segurança. Porém, a proposta foi negada pela
delegação porque, no momento, o principal problema está no Oriente Médio.
Escrito por Julia Polim.
Tentativa de acordos entre os Estados Unidos e
os países relacionados.
Foto tirada por Vitoria Hashimoto.
