Ao
decorrer do debate, a China acabou se retirando do acordo realizado entre os
Estados Unidos, França, Rússia, Turquia, Irã e Arábia Saudita e acabou se
unindo à Alemanha com o intuito de tomar medidas mais pacíficas para solucionar
o problema apresentado. Após esse pronunciamento, ambas as delegações passaram
a discutir se o bombardeamento proposto pelos Estados Unidos é uma medida
efetiva, uma vez que a Organização das Nações Unidas visa ações que não
repercutem em outras guerras.
|
(Ação efetiva da China. Foto tirada
por Vitoria Hashimoto)
|
Ao fazer a mesma pergunta para o
delegado Guilherme Lopes, ele respondeu: “O objetivo é manter a paz entre as
nações. No caso, o Estado Islâmico não é reconhecido como uma nação. No
momento, nós estamos tratando de uma declaração de guerra do Estado Islâmico,
então não estamos mais sobre a jurisdição dos Direitos Humanos, mas sim pela
jurisdição do Tratado de Genebra. Agora, estamos entrando em uma questão de fim
de guerra, por isso o cuidado para evitar tantas mortes de civis, tanto nas
áreas residenciais quanto nas refinarias de petróleo. O único grupo que tem
interesse na refinaria de petróleo seria a própria tropa do Estado Islâmico,
que tem como objetivo defender possíveis ataques terrestres.”.
Segundo o delegado, o acordo vigente
que está sendo discutido no momento, o Documento de Trabalho, deverá ser
assinado por todos. Antes de conduzir operações militares na área do Estado
Islâmico, o mesmo deveria passar por uma votação unanime. Assim seria liberado
o bombardeamento em certas áreas. Caso haja o descumprimento do acordo, por
exemplo, bombardear as bases do presidente sírio Bashar Hafez Al-Assad, o país
responsável sofrerá com ações pesadas na taxa de importação. Consequentemente,
a arrecadação feita a partir dessa diferença de preço será usada para a
construção de fundo monetário afim de ajudar os refugiados e reconstruir o
parque industrial petrolífero da Síria. Até o momento, os países de acordo são
a Alemanha, Arábia Saudita, Estados Unidos, Rússia, Reino Unido e França, além
de, possivelmente, contar com a Turquia e a Argélia.
Escrito por
Julia Polim e Vitoria Hashimoto.


