ATAQUE MILITAR É CONTRARIADO


            Após as resoluções referentes ao procedimento de melhora econômica atuando na Síria e tentando acabar com o Estado Islâmico, os países presentes hoje (dia 22 de setembro) das Organizações das Nações Unidas (ONU) estão tentando focar em ataques militares.
            A França procurou conversar com países como os Estados Unidos sobre ataques militares, principalmente de bombardeios, na região do Estado Islâmico. Discussões sobre esse tema foram se desenvolvendo no decorrer do congresso, em que a maioria dos países questionados é a favor dessa atuação.
            Contudo, há algumas resistências de outros países quanto ao bombardeio e ataque militares, especialmente na Síria. O país criticando tal ação majoritariamente é a Turquia. Foi questionado o porquê de tal posição contrária até mesmo a países de quem a Turquia é extremamente dependente, como a França. A delegada da Turquia Letícia Godoy respondeu à pergunta falando: “Os Estados Unidos e a Rússia estão somente afundando a Síria. Esses países querendo o bombardeio não resolverão nenhum problema”. Em resposta disso, foi procurado um delegado a favor do bombardeio. Assim, a França, uma das maiores influências sobre algumas ações econômicas da Turquia, responde o assunto quando o delegado da França Domenico Barzotto fala que “A França não pode apoiar esse cessar fogo. E eu espero que a Turquia acabe com esse processo”.



Delegação da Turquia tenta achar processos de cessar fogo. Foto tirada por Estela Caramori.
           
O tratado consistia em colocar bases militares para começar um bombardeio na região do Estado Islâmico. No entanto, o plano anterior da França era utilizar a Turquia como centro de tais bases militares. Quando o delegado Domenico Barzotto foi questionado em que local eles implementariam as bases já que a Turquia é a favor de um cessar fogo, ele responde: “É provável que ela aceite o acordo.”. Apesar da altivez do delegado quanto às decisões da outra delegação, não se sabem que outro local eles podem usar como foco das bases militares, deixando esse assunto, assim, em aberto.



 Delegação da França fazendo documento de bombardeio do Estado Islâmico. Foto tirada por Estela Caramori.



Escrito por: Isabela Velloso