Reafirmando sua posição
antiterrorista, a China propõe uma aliança com os Estados Unidos, a Rússia, a Arábia
Saudita, o Ira, a Venezuela e a Alemanha, sendo que essa última é responsável
por redigir o Documento de Trabalho, acerca de tal proposta.
O acordo visa cortar o armamento
militar do Estado Islâmico, assim as potências do acordo bombardearão a rota do
petróleo da rede terrorista, esperando que, sem a venda do recurso mineral, o
Estado Islâmico perca sua base econômica e, consequentemente, acabe
enfraquecendo.
Para resolver a crise em volta do
petróleo, a China comprará tal recurso da Venezuela, enquanto a Arábia Saudita fornecerá
petróleo para os Estados Unidos.
Quando questionada sobre a sua
disponibilidade para receber os refugiados, a China alegou que, por ser o país com
alta densidade demográfica, haveria dificuldades para alojar um alto número de
estrangeiros em seu território. Por isso, propõe uma emenda para o acordo entre
Irã e Venezuela, em que ela investira economicamente na Venezuela, promovendo o
transporte de refugiado da Síria para a Venezuela.
Foto tirada por Luiza Kataoca.
Entretanto, o acordo se mostra
imprudente, uma vez que a própria Venezuela encontra-se em uma guerra civil. Motivo
pelo qual vários venezuelanos tentam fugir de seu pais e espalham-se pela América.
Ao incentivar a vinda dos refugiados sírios para o seu território, a Venezuela
se mostra irresponsável e inconsequente.
Países como Brasil e Alemanha mostraram-se
contrários a decisão da China, devido a falta de estrutura nos serviços básicos
oferecidos pela Venezuela, como nas áreas da saúde e da educação. Assim, a
China se torna tão irresponsável quanto a Venezuela ao apoiar tal acordo,
baseado apenas economicamente e servindo como uma medida provisória, maquiando
a situação atual dos refugiados.
Escrito por Mei Tamada.
