Durante
o segundo debate não moderado, as delegações dos Estados Unidos, França,
Rússia, China, Turquia, Irã e Arábia Saudita criaram um novo acordo. Ao longo
da discussão, foi combinado que a China iria comprar o petróleo da Venezuela
(que estava inclusa na aliança) por um preço mais caro, com o objetivo de
ajudar na economia do país. Além disso, o petróleo da Arábia Saudita seria
comprado pelos Estados Unidos para que o sistema financeiro dos países não
fosse abalado após o bombardeamento das áreas que contêm petróleo.
O objetivo desse projeto é acabar
com o Estado Islâmico por meio do bloqueio da venda de petróleo (recurso
financeiro para compra de armamentos). Após o término do debate não moderado, a
Venezuela questionou como o bombardeamento seria realizado sem atingir nenhum
civil. Em resposta a isso, foi esclarecido que haveria troca de informações
entre os participantes.
Após ser questionado sobre a
continuidade do projeto, o delegado Guilherme Lopes afirmou: “Só porque essa
questão é econômica. Nós queremos garantir que quem tem relação comercial com o
Estado Islâmico vai ser prejudicado e não só o próprio Estado, porque quem
financia é tão diretamente responsável pelas mortes quanto o Estado Islâmico.”.
Delegadas dos Estados Unidos e China selando o
acordo.
Foto tirada por Vitoria Hashimoto.
Escrito por Julia Polim.
